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O inventor do plástico e sua evolução ao longo de um século.

Na longa história da civilização humana, poucos materiais remodelaram tão profundamente nosso modo de vida e, ao mesmo tempo, suscitaram reflexões ecológicas tão profundas quanto o plástico. Nascido em laboratórios do século XIX, esse material sintético evoluiu, em apenas 150 anos, do "celuloide" — um substituto do marfim — para itens do cotidiano que permeiam todos os aspectos da vida moderna, tornando-se, em última análise, um sério desafio para os ecossistemas do nosso planeta. Então, quem inventou o plástico? Vamos traçar a linha do tempo e conhecer as figuras-chave essenciais para o desenvolvimento do plástico.

Parte I: O Alvorecer Acidental de uma Era Sintética (Século XIX – Início do Século XX)

1. Celuloide: O primeiro plástico, nascido de uma crise do marfim

Em meados do século XIX, a popularidade do bilhar causou um aumento na demanda por marfim, levando ao abate de milhões de elefantes anualmente. Em 1869, o impressor americano John Wesley Hyatt, em seu laboratório em Nova York, misturou nitrocelulose com cânfora sob calor e acidentalmente criou um material duro e transparente: o celuloide. Esse material podia imitar a textura do marfim e ser moldado em vários formatos. Rapidamente, foi adotado para a fabricação de bolas de bilhar, dentaduras e golas de camisas. Em 1872, os irmãos Hyatt fundaram a primeira fábrica de plástico do mundo. Brinquedos e pentes de celuloide entraram em lares do mundo todo e até serviram de base para os primeiros filmes fotográficos — o projetor de filmes dos irmãos Lumière, de 1895, utilizava filme de celuloide para exibir imagens em movimento.

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2. Baquelite: O primeiro plástico totalmente sintético

No início do século XX, o químico belga Leo Baekeland, trabalhando em seu laboratório em Nova York, aqueceu fenol e formaldeído sob pressão. Em 1907, ele sintetizou com sucesso a baquelite (resina fenólica). Esse material totalmente sintético era resistente ao calor e um excelente isolante elétrico, conquistando rapidamente o mercado de componentes elétricos — carcaças de rádio na década de 1910, corpos de telefone na década de 1920 e tampas de distribuidores de automóveis na década de 1930, todos dependiam desse "plástico versátil". Baekeland, assim, ganhou o título de "Pai dos Plásticos". Sua invenção marcou a transição da humanidade da modificação de materiais naturais para a criação de novos materiais.

Parte II: A Era de Ouro Acelerada pela Guerra (décadas de 1930 a 1970)

1. Polietileno (PE): Do isolamento de radar à revolução das sacolas de compras

Em 1933, ocorreu um acidente na Imperial Chemical Industries (ICI), na Inglaterra: um vazamento em um reator de alta pressão causou a polimerização do gás etileno, formando uma substância branca e cerosa — o polietileno. Durante a Segunda Guerra Mundial, esse material impermeável e isolante tornou-se crucial para os cabos de radar, auxiliando os Aliados com comunicações precisas durante o desembarque na Normandia. Na década de 1950, a tecnologia de moldagem por sopro de polietileno atingiu a maturidade. Em 1965, uma empresa sueca lançou a primeira sacola de compras de polietileno. Custando apenas um décimo do preço das sacolas de papel, ela rapidamente substituiu as embalagens tradicionais. Em 1970, a produção anual global de sacolas plásticas ultrapassou 500.000 toneladas, tornando o plástico "leve" o primeiro rótulo global para o setor.

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2. Nylon: De uma revolução nas meias a uma maravilha militar

Em 1938, a equipe de Wallace Carothers na DuPont sintetizou o náilon 66 em Wilmington. Essa fibra sintética era três vezes mais resistente que a seda natural. Em 15 de maio de 1940, a Macy's em Nova York vendeu meias de náilon, causando um sensacional "Motim do Náilon", com 4 milhões de pares vendidos no primeiro dia. Durante a Segunda Guerra Mundial, o náilon tornou-se um material estratégico. Em 1943, 80% da produção de náilon dos EUA foi destinada à fabricação de paraquedas para os Aliados. Um único paraquedas de náilon podia suportar 120 kg e, quando dobrado, ocupava apenas um terço do volume de um paraquedas de lona. Esse "tecido técnico" revolucionou tanto a indústria têxtil quanto os equipamentos militares.

3. A Ascensão dos Petroquímicos: O "Salto Industrial" dos Plásticos

Na década de 1950, a produção mundial de petróleo ultrapassou 1 bilhão de toneladas anualmente, fornecendo matéria-prima abundante para a indústria de plásticos. A invenção do catalisador Ziegler-Natta, em 1953, possibilitou a produção industrial de polipropileno (PP) e polietileno de alta densidade (PEAD), que se tornaram materiais essenciais para embalagens de alimentos e peças automotivas. Na década de 1960, os tubos de policloreto de vinila (PVC) começaram a substituir o ferro fundido, economizando 1,2 milhão de toneladas de aço por ano para os Estados Unidos. A garrafa de poliéster (PET) para bebidas foi lançada em 1973; uma garrafa de PET de 750 ml pesava apenas um décimo de uma garrafa de vidro, dando início a uma revolução em embalagens de bebidas mais leves. Em 1975, a produção mundial de plástico atingiu 50 milhões de toneladas — o equivalente a 12 kg de plástico consumidos por pessoa no planeta a cada ano.

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Parte III: Alertas Ambientais e Reflexões Tecnológicas (Década de 1980 – Presente)

1. A Crise dos Materiais Não Biodegradáveis: Da Revolução à Poluição Planetária

Por trás da aparente eficácia do plástico, havia uma falha crítica: um ciclo de degradação natural de até 500 anos. Em 1984, oceanógrafos descobriram microplásticos pela primeira vez no Pacífico. Um artigo da revista Science, de 2004, relatou a presença de 24.000 pedaços de plástico por quilômetro quadrado flutuando nos oceanos do mundo todo. Um relatório do WWF, de 2018, indicou que os seres humanos ingerem cerca de 5 gramas de microplásticos anualmente — o peso de um cartão de crédito. Um exemplo gritante ocorreu em 2019: uma tartaruga-de-couro grávida foi encontrada morta em uma praia havaiana, vítima de obstrução intestinal causada por um saco plástico. O exame revelou 88 fragmentos de plástico em seu estômago.

2. Proibições globais de plástico e avanços tecnológicos

Diante da crise, diversas nações lançaram verdadeiras "tempestades de proibição do plástico". Em 2008, a restrição às sacolas plásticas na China reduziu o uso de sacolas em supermercados em 60%. Em 2019, a União Europeia aprovou a Diretiva sobre Plásticos de Uso Único, proibindo itens como canudos e talheres de plástico a partir de 2021. Em 2025, o Quênia implementou uma das proibições mais rigorosas do mundo, com penas de até 4 anos de prisão ou multa de US$ 40.000 para quem usar sacolas plásticas.

A inovação tecnológica acelerou simultaneamente:

Plásticos de base biológica: Empresas como a NatureWorks produzem ácido polilático (PLA) a partir do amido de milho. Em 2024, as embalagens do iPhone da Apple seriam feitas 100% de PLA.

Reciclagem química: Empresas como a Circular Energy, na Holanda, transformam resíduos plásticos em gás de síntese por meio da pirólise, com uma taxa de conversão de 95%, o que equivale a uma economia de 500.000 toneladas de petróleo por ano.

3. A Economia Circular: De "Extrair-Produzir-Descartar" à "Reciclagem em Circuito Fechado"

Em 2025, a primeira instalação de reciclagem de plástico em circuito fechado do mundo foi inaugurada em Singapura. Utilizando sistemas de triagem por IA para identificar 200 tipos de plástico, ela alcança uma taxa de recuperação de 92%. Ainda mais promissora é a tecnologia de degradação microbiana. Em 2024, cientistas japoneses descobriram uma "enzima degradadora de PET" capaz de decompor garrafas plásticas em seus monômeros em 30 dias. A aplicação em larga escala poderia reescrever completamente a história da reciclagem de plástico.

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Parte IV: Perspectivas Futuras: O Caminho da Redenção do Plástico

Olhando para trás, a partir de 2025, a história centenária do plástico espelha a própria civilização humana: os primeiros 50 anos foram uma celebração da conquista da natureza; os últimos 50 têm sido um doloroso despertar para os limites ecológicos. Embora desfrutemos das conveniências que os plásticos trazem — sacolas de compras leves, canos duráveis, garrafas portáteis — também precisamos enfrentar aterros sanitários transbordando e oceanos repletos de microplásticos.

A verdadeira "evolução" do plástico reside em sua transformação de um símbolo da revolução industrial em um pilar do desenvolvimento sustentável. Como afirmou Carolyn Bertozzi, ganhadora do Prêmio Nobel de Química de 2025: "Não devemos amaldiçoar o plástico, mas sim redesenhá-lo — para tornar o ciclo de vida do material compatível com os ecossistemas da Terra". O futuro do plástico não depende de seu abandono, mas de inovações mais inteligentes e uso responsável, fechando o ciclo entre a engenhosidade humana e a saúde do planeta.

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